As instituições são imaculadas, os predadores institucionais que as maculam. Do que precisamos? De salvação ou de “salvadores”?
Somos uma imaculada salvação em Maria, na qual a Igreja Católica é toda santa, submissa a um único e suficiente salvador, Jesus Cristo. Esse último é o que os protestantes dizem, dizendo que a Igreja Católica diz diferente.
“Por que virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades ajustaram mestres para si, apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” (2 Timóteo, 4, 3-4).
Não suportando a sã doutrina da salvação, ajustarão para si “mestres”, “salvadores”, fundadores de igrejas. que com repertório próprio de “podes ou não podes” arrastando após se muitos apóstatas da Igreja Católica. Para fazer após eles discípulos das mais diversas igrejas fundadas.
O repertório de “podes ou não podes” deles é sempre o mesmo. O que pode? Tudo que seu “mestre” não precisa fazer força alguma para gostar. E o que não pode? Tudo o que seu “mestre” não precisa fazer força alguma para não gostar.
Não me tenha como “mestre”, fundador de igreja, que traga como novidade o novo repertório de “podes ou não podes”, para atrair após mim discípulos. Meus “podes ou não podes” são universais. São os podes ou não podes do catolicismo.
O que pode no catolicismo? Pode apartar-se dos pagãos. Como? Aproximando deles o máximo que for permitido. A maneira recalcada dos presbiterianos fazerem isso é aproximar dos católicos o máximo que for permitido.
O que não pode no catolicismo? Nada que possa coexistir com tudo. Exceto tudo o que encerra sobre si de forma total, absoluta e definitiva. Tudo que não pode coexistir com nada. Como um entre dois, dentre três até quatro.
Como um (ortodoxia), entre dois (ecumenismo), dentre três (tríplice coexistência) até quatro (mesocracia).
Segurança pública com voto dos advogados. Há advogados de todas as classes para representar pessoas de todas as classes. Mesocracia até quatro, contenha-se.
Infraestrutura, saúde, educação, cooperativa fiscal, imposto poupança. Quem tem ações na cooperativa fiscal de estatais de laicidade, triplice coexistente, paga. Quem não tiver, não paga.
Tríplice coexistência contempla três modos de conceber a existência das religiões, enquanto duas, uma ou várias. Ou você acha existe extra, duas, uma ou várias? Dentre três passe.
Ação social. Ecumenismo científico. Se “melhor”, diga “melhor” em quê? Se “diferente”, diga “diferente” como? Entre dois, entre.
Guarda da última reserva moral. O jogo católico não é o jogo do caça erro, é o jogo do salva um. Sempre restará esperança no católico que ainda restará um. Ortodoxia católica como um esteja.
São quatro instâncias de governança independentes e complementares dentro de uma mesma circunscrição. Agora é só chegar ao consenso de qual deve ser essa circunscrição dentro da mesocracia policêntrica.
Jesus Cristo não brigou por causa de circunscrição dos homens, simplesmente as reconheceu, Judéia, Galileia, Samaria. Jesus Cristo foi responsável pela paz que trouxe. Ele não foi responsável pela guerra que receberam.
O populismo de segurança pública é perigoso. Mesocracia na segurança pública ao longe. Democracia, infraestrutura, saúde, educação, gerido pelo imposto poupança por perto.
Por que não ter eleições todos os anos para vereador que é o único voto consciente? Você vota para vereador todo ano. O vereador escolhe o voto atrelado ao prefeito, do deputado e sub-governador micro-regional, meso-regional, deputado federal e primeiro ministro.
Se o vereador perder o mandato, os votos que sustentam os cargos maiores expiram e eles perdem o poder. Você só vota para vereador, mas vota todo ano. Da circunscrição da infraestrutura, saúde e educação, gerida pelo imposto poupança seria o município micro, meso-região e pacto federativo, que elege o deputado federal e o primeiro ministro, chefe de governo.
Na segurança pública sustentada por uma mesocracia, com o voto intermediado pelos advogados de todas as classes, para representar pessoas de todas as classes elegeria a câmara de deputados estaduais, que elegeriam os senadores, que votariam no presidente da república. Populismo na segurança pública jamais.
Para sustentar esse sistema de governança de quatro instituições independentes e complementares. Dentro da mesocracia policêntrica para zelar da guarda da última reserva moral de governo de baixo pra cima, como um entre dois, dentre quatro, ninguém melhor que as arquidioceses católicas e seus bispos e arcebispos católicos reinantes.
Uma arquidiocese teria que mudar de 47 províncias eclesiásticas para 137 arquidioceses, com 137 arcebispos católicos que respondem ao Papa. As 218 dioceses que tem no Brasil seriam redivididas acatando a circuscrição política, que é de 558 micro-regiões. Seriam 558 dioceses com bispos reinantes próximos do povo.
Acatando a circunscrição meso-regional seriam 137 arcebispos que respondem ao Papa. Seriam 558 dioceses, com bispos reinantes que respondem ao seu arcebispo e por fim os padres responderiam aos seus respectivos bispos. Aumentariam-se as dioceses com os vigários foranistas e diminuiria o número de bispos com acesso ao Papa.
“Religião não salva ninguém, quem salva é só Jesus”.
Frase boçal dos protestantes supremacistas que estão sempre numa instância superior à Igreja Católica na direção de louvar mais “supremo”, mais “limpo”, mais “novo” e a louvar mais “certo”.
Quem é Jesus? Não mais nem menos do que uma religião. Jesus é a pura virtude da religião (Tiago, 1, 27). Onde está escrito que Jesus criou um jargão para inferiorizar a palavra religião?
Sendo Jesus a soma de toda a virtude da religião na terra, Jesus é na terra uma imensa árvore que para crescer ao ponto de suas copas tocarem e penetrarem o céu, tem que criar profundas raízes ao ponto de tocarem as portas do inferno.
A instituição Igreja Católica é imaculada. Seus pecados vem dos seus predadores institucionais que somos nós, que quando pecamos não estamos em comunhão com ela.
A Igreja Católica tem seus paradigmas que são as doenças mentais, inclusive a “normalidade” e o seu paradoxo que são os psicopatas. Excomungar esses predadores institucionais da Igreja Católica é fácil, difícil é expulsá-los, desabafou o Papa Francisco.